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Baleia-franca austral (Eubalena australis) albina salta perto da praia da Ribanceira, SC; censo recente indica que quase 500 indivíduos da espécie freqüentam o sul do Brasil.
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A seca que atinge o estado do Amazonas está causando a morte de peixes-boi, espécie ameaçada de extinção. Cerca de 120 animais já foram vítimas, de acordo com os números da Operação Vazante, realizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A veterinária Branca Tressoldi, coordenadora da campanha, explica que é nessa época que os animais estão mais vulneráveis: “O rio está baixando, os lagos ficam mais secos, e eles ficam mais expostos”.
De acordo com Tressoldi, este ano, a seca está bastante severa, e os animais estão muito mais vulneráveis ao abate dos caçadores. Na expedição, contou a veterinária, a equipe do Ibama vai a todas as comunidades para mostrar a importância do peixe-boi para a qualidade de vida dos rios da Amazônia e, conseqüentemente, para os próprios pescadores. “Depois disso, eles se tornam nossos aliados, evitam matar o peixe-boi e passam a entender a importância do animal para a Amazônia”.
A veterinária explica que o peixe-boi é fundamental para os rios da Amazônia. Como é um animal herbívoro, ele se alimenta do capim que se acumula nos rios, igarapés e lagos, obstruindo a passagem de barcos e canoas. “O peixe-boi come muito, cerca de 10% do seu peso por dia. Um animal de 200 quilos come 20 quilos de capim em um só dia. Sem os peixes-boi, os ribeirinhos terão dificuldade de utilizar os rios”.
Além disso, acrescenta Tressoldi, as fezes do peixe-boi servem de adubo. “Existe toda uma cadeia alimentar em que, no topo, antes dos seres humanos, estão os peixes. Um local que não tem mais peixe-boi vai quebrar essa cadeia, e diminui a quantidade de peixes no rio”.
Branca Tressoldi faz um alerta de que, se persistir a matança, os peixes-boi podem deixar de existir. “O peixe-boi da Amazônia existe há milhares de anos e parece que, em pouco mais de 500 anos, depois da descoberta do Brasil, nós estamos conseguindo extinguir essa espécie. É uma espécie típica da Amazônia que se acabar, nós vamos sentir muito”, lamenta.
As informações são da Agência Brasil.
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A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
Travesseiro dos meus braços
Só não faz se quiser
Um travesseiro dos meus braços
Só não faz se não quiser
Sustenta a palavra de homem
Que eu mantenho a de mulher
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
A lua girou, girou
Traçou no céu um compasso
Eu bem queria fazer um travesseiro dos seus braços
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Mudanças de rumo, drásticas. Mais uma falha assumida e mais um recomeço. Dessa vez tem que ir.
