é confortante pensar isso, mas não vale nada. comi mal e paguei caro pra ficar num lugar barulhento. tenho carinho por alguns lugares que sempre volto, mas também tenho mania de tentar novos por algum detalhe que chama atenção. o de ontem já havia notado pela frequencia quase única de orientais velhos, todos tomando grandes cumbucas de macarrão ensopado. o mesmo motivo também me deixou acuado de entrar. é claro que os velhos não querem um muleque no restaurante. mas entrei e foi o que aconteceu, não vale a pena. hoje entrei com ressaca brava numa lanchonete restaurante que passo na frente todo dia quando venho pro trabalho. eles mudaram a fachada do lugar, modernizou um pouco e agora vive cheio na hora do almoço. não sei se as pessoas vão lá porque não conhecem outros lugares e não tem referência de comida e ambientes melhores. mas andando meia quadra dali existem várias boas opções.
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realmente, acho que a opção de se concentrarem em um certo lugar porque não conhecem outros, muitas vezes ganha. e ganha devido ao fato das pessoas nunca conhecerem a cidade onde vivem. no máximo os arredores de onde trabalham ou estudam e a vizinhança onde mora. sendo que nessa última opção só nos 2 primeiros anos de moradia, depois enjoa, cansa e ninguém mais quer saber do seu bairro ou das pessoas que nele vivem.
o melhor jeito de se conhecer uma cidade sem sombra de dúvida, passa por caminhar. não importa quanto tempo leve pra você caminhar tantas distâncias que as cidades nos proporcionam, mas se você não caminhar, você não vai realmente conhecer onde mora, onde vive.
maneiro os textos aqui, thiago!
Comment por Yuri Julho 19, 2008 @ 4:24 am