Para Raban a cidade não pode mais ser relacionada à imagem de uma enciclopédia, como faziam os modernistas em via de categorizar e hierarquizar os tipos urbanos, mas um “caderno de rabiscos” seria mais apropriado como exemplo do demasiado complexo “labirinto, formado como uma colméia, por redes tão diversas de interação social orientadas para metas tão diversas”. Na cidade cria-se mais ampla liberdade de ação, que deixa de exigir uma rígida formação de identidade, para favorecer uma personalidade fluida. Completa afirmando que dessa forma, para o bem ou para o mal, a cidade convida seu morador a refazê-la, a consolidá-la numa forma em que se possa viver nela. “Decida quem você é, e a cidade mais uma vez vai assumir uma forma fixa ao seu redor. Decida o que ela é, e a sua própria identidade será revelada”.
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Comment por Natame Diniz Abril 24, 2009 @ 1:27 amGostei do texto.