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Que le noir s’étende sur la plaine

Que nos plaies sêchent à la fraicheur du soir

Laisse le vent nous guider

On est seules, la nuit nous apartient

Morrer, viver, deitar, não ser

Sucumbir a esse peso: a vida

Uma chance, essa noite, única chance

Agora ou nunca

playlist da noite ficou assim:

Neurosis – children of the grave (pedido pelo dãr)
Thrones – faixa 6 do sperm whale
Ulver – Vowels
Squarepusher – untitled
Black flag – three nights
Brazilian Octopus – Momento b-8
Aphex Twin – to cure a weakling child (pedido pelo foca)
Robert Wyatt – Little Red Robin Hood Hit the Road
Leonard Cohen – Master Song
Patife Band – Poema em linha reta
Patife Band – Pesadelo
Neil Young – Nobody’s Story
Bathory – Twilight of the gods (pedido pelo carlos pilantra metaleiro)
Ruina – faixa 5

Até semana que vem!

No programa de hoje

Quem ficar em casa hoje de noite, pode ouvir meu programa semanal na Radio dada.
Vou tocar as maluquices de sempre, contar dos show que vi esses dias (Lanny Gordin e Patife Band) e adiantar uma música nova do Ruina (gravado essa semana e ainda em fase pre-mix).

Depois posto o playlist, porque ainda não sei direito o que vou tocar :/

O programa começa as 21:00 e você acessa pelo link: http://orelha.radiolivre.org:8000/dada.m3u

Justiça dos EUA força Sony a suspender “jabá”

A Sony BMG Music Entertainment, uma das gigantes do setor de entretenimento, fechou acordo no valor de US$ 10 milhões (R$ 24 milhões) para encerrar um processo em que é acusada de praticar uma versão moderna e mais sofisticada do “jabaculê”.

O secretário da Justiça do Estado de Nova York exibiu aos repórteres mensagens de e-mail, a maioria com datas entre 2003 e 2005 que, segundo ele, demonstravam que executivos da Sony estavam completamente cientes das práticas de pagamento indevido.

Em um dos casos, um funcionário da gravadora Epic, integrada à Sony BMG, estava tentando promover o grupo Audioslave e perguntava: “O que eu preciso fazer para conseguir que a WKSS toque Audioslave nesta semana? O que quer que vocês queiram, eu posso conseguir”.

Em outro caso, em 2004, o departamento de promoção da mesma Epic pagou uma extravagante viagem de um apresentador de rádio de Buffalo e três amigos a Miami, em troca da inclusão da canção “Take Me Out”, do Franz Ferdinand, na lista de execução da rádio.

Filmes legais por aí

“Last Days” de Gus Van Sant, é inspirado em Kurt Cobain e seus últimos dias. Combatendo a dependência de heroína, uma doença estomacal crônica e a insegurança criativa, passou seus últimos dias em solidão quase total, até isolar-se na estufa de sua residência em Seattle e disparar uma arma em sua boca. Seu corpo só foi encontrado depois de vários dias.

Para formar o elenco, Van Sant recorreu tanto aos atores profissionais Michael Pitt (no papel de Kurt), Lukas Haas, Ricky Jay, Asia Argento quanto a novatos como Kim Gordon, do Sonic Youth.

O filme acompanha um personagem inspirado em Cobain em tomadas longas, enquanto ele procura proteger sua solidão ameaçada de uma série de colegas, amigos e desconhecidos, incluindo quatro fãs drogados que estavam vivendo em sua casa.

Já estreiou nos Estados Unidos e tem um site bem legal.


“Drawing Restraint 9”
é um filme rodado na baía de Nagasaki, Japão, a bordo de um navio baleeiro. Tendo custado quase 6 milhões de libras(cerca de R$ 25 milhões) e foi encomendado pelo Museu Kanazawa de Arte Contemporânea – estreou em Kanazawa, Japão, no início do mês – é obra do artista multimídia norte-americano Matthew Barney, conhecido pela série “Cremaster” (apresentada em São Paulo no ano passado), e também marido de Björk, que atua e compôs a trilha sonora do filme.

Eles passavam até cinco dias a fio a bordo do navio; tomavam café da manhã à base de sushi de baleia, depois de dormir em cabines espartanas ao lado de marinheiros japoneses.

De acordo com o material de divulgação, seu tema é “a relação entre resistência auto-imposta e criatividade”. Sejam quais forem os temas -a cultura baleeira, o valor do ritual e a possibilidade de renascimento físico e artístico-, não é baseado numa trama. “Há poucos diálogos. Björk e Barney com casacos de pele de mamífero e conduzindo um ritual de fazer a corte; belas imagens de mergulhadoras japonesas que procuram pérolas e a dupla numa seqüência de “realismo mágico” em que cada um decepa os membros do outro com facas para cortar a gordura de baleias, de modo que seus corpos parecem ter adquirido caudas.

O tempo no mar teve impacto profundo sobre a música de Björk. “Pearl”, uma das faixas, começa com o som das caçadoras de pérolas hiperventilando. Os arranjos estridentes de metais em “Hunter Vessel” foram inspirados em sons de navios na Islândia. “Moro perto de um porto, e há navios sendo consertados do lado de fora de minha janela. Sou obcecada por navios e achei que seria ótimo fazer um tipo de sinfonia de navios.”
Talvez o próprio mar tenha virado sua obsessão. “É um tema amplo. Dois terços do mundo são oceano.”

Drawing Restraint 9, o disco, é todo conceitual, portanto complicado separá-lo do filme. Guarda muitas influências da música e da própria cultura do Japão e foi composto em grande parte com harpas e com sho, um antigo instrumento de sopro japonês que aqui é tocado por Mayumi Miyata, que já havia tocado com John Cage.

Tem mais imagens bonitas e informações nesse site.

Gravação do Ruina e Eu serei a Hiena nas lojas

Ruina é minha banda sazonal. Começamos no começo de 2003, Pierre, Jegz, Guga e eu. Na época ensaiavamos bastante, foi engraçado que chegamos logo num som homogêneo. A única banda que aconteceu isso. Atualmente 2/4 do Ruina mora em Curitiba, oque nos impossiblita de ensaiar. Mesmo assim fizemos um puta show na última Verdurada (Cólera, Confronto).

E nessa semana que passou gravamos as 10 músicas que vão compor o primeiro LP. No estudio El Rocha, aqui em São Paulo. Quem está nos ajudando na produção é o broda Bernardo (você conhece o trabalho dele: toca no Are you god?, Elma; gravou a demo do Ruina, último som do Flama, etc).

Ontem fui buscar um cd com a gravação pré mix, lá no trampo do Bernardo. Tinha vários instrumentos bacanas por lá! Toquei em um piano antigão e um órgão. Adorei o órgão, era daqueles que os pedais funcionam como foles. Conforme você pisa ele assopra e gera o som, na dinâmica da pisada.

Quanto ao cd, fiquei com uma impressão muito boa. Vai ficar um puta disco. Talvez se ensaiassemos com mais frequencia…Agora precisamos marcar a mix, o que não vai ser tão fácil, visto que tanto o estúdio, quanto o Bernardo e nós da banda estamos de agenda cheia.

Outra coisa, o disco do Hiena já saiu e ficou muito legal. Você pode encontrá-lo em várias lojas da galeria. Pra quem não mora em São Paulo, rola comprar pelo net. Parece que tem nesses sites aqui: Ideal Shop e Punk Shop.

Antropozoo e radio

Boas novas! Música nova disponível, chama Antropozoo e já está na página de músicas.
A outra notícia, é que estou fazendo um programa de radio. Ele vai ao ar pela webradio Dada, do meu brother Daniel Dias. A radio você pode acessar pelo link: http://orelha.radiolivre.org:8000/dada.m3u. O meu programa vai ao ar as quartas feiras de noite, a partir das 20:00 e eventualmente outros dias da semana. Todos os “Djs” (hehehe) da radio tem bom gosto, então conecte-se a qualquer hora e ouça boa música. Logo a radio terá um site e eu mando um link aqui.