om – no natal, 2006

Tudo era a mesma coisa, tudo se entretecia, enredava-se, emaranhava-se mil vezes. E todo aquele conjunto, a soma das vozes, a totalidade das mesmas, das ânsias, dos sofrimentos, das delícias, todo o bem e todo o mal, esse conjunto era o mundo. Esse conjunto era o rio dos destinos, era a música da vida.

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