what music is about

If you listen to BM, but you don’t know what phase the moon is in, or what wild flowers are blooming then you have failed. It is shocking to me that one could be seriously interested in Black Metal and not be deeply committed to radical ecology. Is BM supposed to be about concrete high rises, suburbs, television, an easy modern existence with access to 4-tracks and corpse paint from the local hot topic? No! The music is about wild forests, unfettered rivers, nature: furious and vengeful.

isn’t it a pity?

Forgive me lord
Please, those years when I ignored you, hmm
Forgive them lord
Those that feel they can’t afford you, hmm

Help me lord, please
To rise above this dealing, hmm
Help me lord, please
To love you with more feeling, hmm

At both ends of the road
To the left and the right
Above and below us
Out and in, there’s no place that you’re not in
Oh, won’t you hear me lord

The Grid

The longest and perhaps the grandest section is called The Grid, for full chorus and ensemble; not surprisingly, it corresponds to the wildest and most apocalyptic moments of the film. The Grid was condensed by more than a third for the 1983 disc, with the result that much of its cumulative power was lost. This, then, is the first recording to capture the music in all of its insistent majesty.

It begins simply enough, in a rather old-fashioned manner, the brass puttering along with near-Elgarian pomp. A few minutes on, however, one of Glass’s trademark bright, rapid arpeggiated passages for keyboard and woodwinds cuts fiercely into the action, and the music is transformed. For the rest of its twenty-one minutes and twenty-three seconds, The Grid might as well have been titled The Dervish, as it whirls, furiously and exhaustively, through hundreds of reiterations, all varied just enough to sustain the listener’s interest. Try playing this movement on a long drive someday and you will soon discover the true meaning of “highway hypnosis.”

Robert Falcon Scott

“À minha viúva
Minha querida,

Estamos numa enrascada e eu tenho dúvida de que sairemos desta. Nos nossos curtos horários de refeição, eu aproveito um pouquinho de calor para escrever cartas preparatórias para um possível fim. A primeira é naturalmente para você, com quem estão meus pensamentos de dia e de noite. Se qualquer coisa me acontecer, eu quero que você saiba o quanto você significou para mim e que lembranças boas guardo agora que parto.

Eu gostaria que você se confortasse o máximo possível com esses fatos também. Eu não terei sentido nenhuma dor, mas deixo o mundo revigorado pelo trabalho e cheio de saúde. Isso já está ditado: quando as provisões chegarem ao fim, nós devemos simplesmente parar onde estamos, a curta distância de outro depósito. Portanto, você não deve imaginar uma grande tragédia. Estamos muito ansiosos, claro, e temos estado assim nas últimas semanas, mas em condição física esplêndida, e nosso apetite compensa qualquer desconforto. O frio é cortante e algumas vezes irritante, mas a comida quente que o espanta é tão maravilhosamente apreciável que dificilmente passaríamos sem ela.

(…)”

hortências

from Nice Costa
to Thiago Costa Behnrdt
date Dec 27, 2006 8:17 PM
subject Enviando email: Xmas 06 Gramado & Canela RS 030
mailed-by terra.com.br
A vó ficou tão emocionada com as Hortencias que ficava mandando beijos pra elas do carro ou se estava perto beijava com se fosse santinho!!!
A mensagem está pronta para ser enviada com estes anexos de arquivo ou link:
Xmas 06 Gramado & Canela RS 030