A tal da ponte

Sair de São Paulo pra pegar trânsito na África pode parecer loucura. Mas é, tem acontecido.

Como falei, a ponte sobre o Rio Zambeze, que separa Tete de Moatize (no meu caso, a casa do trabalho), passa por reformas e sempre interrompe o trânsito numa das direções. Essa hora, na direção contrária, faz uma grande fila que dura obrigatoriamente mais de meia hora. As opções são esperar no carro, sair pra fazer um tempo do lado de fora ou atravessar os 2 km a pé. Todas têm sido boas oportunidades de observar a vida por aqui.

Esse é o modelo de bicicleta que mais aparece em Tete. É chinesa e lembra uma barra-forte brasileira. Não tem marchas e ja vem equipada com para-lamas, bagageiro e farol. Custa 2300 meticais, algo como 130 reais.

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